Apocalipse 13:15
E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
Segundo meu entendimento, os relatos de Apocalipse dizem que a besta (o anticristo) que surgirá entre uma confederação de 10 reinos europeus, em algum momento de seu reinado ordenará que se lhe faça uma "imagem", e que a mesma será um "ser" animado, capaz de raciocinar e terá por objetivo auxiliar a besta em seu governo exterminando tudo e todos que se relacionam ou que se chama por Deus.
É interessante notar que hoje somos a geração que possui todo o aparato tecnológico para concretizar profecias apocalípticas como, por exemplo, a tal marca que será implantada na mão direita ou na testa sem a qual o indivíduo ficará à margem do sistema da Nova Ordem Mundial e, portanto, não terá condições de subsistência; além de ser taxado de subversivo e considerado uma ameaça em potencial a essa nova realidade. Para mais informações, pesquise por RFID.
Mas afinal, o que poderia ser essa "imagem"? Tenho minhas sugestões, e as exponho em forma de coletânea de informações:
Desenvolvido para ser alvo de testes ligados a roupas a prova de ação química, o PETMAN é um robô que imita um corpo humano capaz de caminhar, correr, escalar como se fosse um humano. O robô, criado pelo Boston Dynamics, mostra boa parte de seu potencial em um vídeo de pouco mais de um minuto.
No vídeo, o robô antropomórfico aparece caminhando em uma esteira e resistindo a alguns empurrões, o que mostra a sua capacidade de se equilibrar. Além disso, ele aparece em outras tomadas, realizando outras movimentações semelhantes às de um ser humano.
A formulação do PETMAN passou por 13 meses na fase de design do robô e mais 17 meses para sua construção, instalação e validação. Juntamente com o Boston Dynamics, participam da implementação da máquina o Midwest Research Institute, o Measurement Technologies Northwest, o Oak Ridge National Lab, o Smith Carter CUH2A e ainda a HHI Corporation.
Seus desenvolvedores afirmam que movimentos ágeis são indispensáveis para que a máquina suporte, durante as simulações, situações semelhantes às que um soldado enfrenta na realidade. No site oficial do projeto, seus criadores não informam nada sobre funcionamento via inteligência artificial, contudo, é impossível deixar de pensar no tema visto a perfeição dos movimentos do robô.
Mas como poderia vir à existência um conjunto de chips e parafusos? Bem, acompanhando o espantoso progresso da ciência, conforme já predisse Daniel 12:4, já temos essa tecnologia em plena fase de aperfeiçoamento:
São Paulo - Um sistema que integre software e hardware, capaz não apenas de analisar informações complexas em tempo real como também de aprender com os resultados.
Nele, novas ligações são feitas a cada input, e as experiências anteriores são utilizadas para elaborar a próxima ação. Basicamente, um sistema como esse reconhece rostos, se lembra de ações passadas e sente as variações do ambiente por meio de sensores. Tudo isso, ao mesmo tempo. Essa é a meta do projeto Synapse (Systems of Neuromorphic Adaptive Plastic Scalable Electronics), desenvolvido pela IBM Research: recriar as sinapses do cérebro através de algoritmos e circuitos de silício. As sinapses são as estruturas responsáveis por transmitir o impulso nervoso de um neurônio ao outro. Hoje, a empresa anunciou a conclusão da primeira fase do empreendimento: dois chips experimentais, feitos para similar a percepção,
ação e cognição do cérebro. Embora não contenham elementos biológicos, os chamados “neurosynaptic computing chips”, ou chips neuro-sinápticos, possuem circuitos inspirados na neurobiologia: cada um conta com 256 “neurônios”; um deles contém 262.144 sinapses programáveis, o outro, 65.536. Os dois protótipos foram construídos na unidade de Fishkill, em Nova York, e estão sendo testado nos laboratórios de Yorktown Heights (NY) e San José, na Califórnia. Até agora, já demonstraram habilidade em tarefas simples, como navegação, visão, reconhecimento de padrões, memória e classificação de objetos. Esses chips são a base do que a IBM imagina como futuro da informática: a computação cognitiva. Os sistemas construídos com eles não serão programados da mesma forma que os atuais: eles devem aprender através das experiências, encontrando correlações e criando hipóteses– como faz o cérebro. A meta do SyNAPSE é criar um sistema de chip com 10 bilhões de neurônios e trilhões de sinapses, que consuma menos de um kilowatt e ocupe menos de dois litros de volume. O sistema não apenas analisaria informações complexas de vários inputs sensoriais, mas interagiria de acordo. Por exemplo, um supermercado poderia usar um sistema cognitivo para monitorar seu estoque. Medindo temperatura, textura e odor dos alimentos, ele conseguiria registrar (e aprender) quais estão ou não estragados. Com o fim da fase 1, a IBM Research e sua universidades parceiras no projeto (Columbia University; Cornell University; University of California, Merced; e University of Wisconsin, Madison) receberam US$21 milhões do governo americano para desenvolver a fase 2. O objetivo final é fazer com que os computadores deixem de ser “grandes calculadoras” para que passem a ser sistemas com capacidade de aprendizado.
Abril By Samuel Natanael
Ok, até aqui vemos que o avanço da tecnologia está em pleno vapor, mas ainda surgem algumas dúvidas no tocante à interação da mesma com o sistema e a humanidade. Bem, acredito que o vídeo abaixo (matéria do Jornal Nacional) nos inteira sobre essa questão. Perceba que tudo que é apresentado, como sempre, é unica e somente para o bem do homem, e nunca com um fim bélico.
Ok, até aqui vemos que o avanço da tecnologia está em pleno vapor, mas ainda surgem algumas dúvidas no tocante à interação da mesma com o sistema e a humanidade. Bem, acredito que o vídeo abaixo (matéria do Jornal Nacional) nos inteira sobre essa questão. Perceba que tudo que é apresentado, como sempre, é unica e somente para o bem do homem, e nunca com um fim bélico.
Enfim, são só conjecturas, mas de fato acredito que seremos a geração a ver o cumprimento dessas últimas profecias.
Maranata!
Padilha.

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